sexta-feira, 22 de março de 2013

Guimba de cigarro, um microlixo perigosíssimo para os animais marinhos

"No Brasil, são produzidas por ano 33 mil toneladas de guimbas e cigarro, um poluente pra lá de abundante, que é facilmente encontrado em qualquer esquina das grandes cidades. No Rio, as praias cariocas parecem ser o alvo preferido dos fumantes, que transformam as areias em verdadeiros cinzeiros a céu-aberto.

Classificadas como micro lixos, já que são detritos muito pequenos e de difícil coleta, as guimbas ficam por toda a parte, e permanecem nos mais variados locais.

No Estado do Rio de Janeiro, de acordo com a Comlurb, uma guimba de cigarro demora entre 10 e 20 anos para ser absorvida pela natureza. Segundo o diretor de serviços da Comlurb, Edson Rufino, todas as lixeiras têm uma pequena placa de metal em que o fumante pode apagar seu cigarro e descartá-lo corretamente. Alguns cestos podem não ter essa peça porque foi alvo de vandalismo, mas o plástico que sustenta a placa também tem resistência para apagar as pontas de cigarro.

Sem dúvida a educação ambiental é a ferramenta mais eficiente para mudar essa triste realidade.

Com o trabalho de conscientização, as guimbas poderão ter um destino sustentável, uma vez que já existem projetos de reciclagem de guimbas de cigarro." 
(  Parte do Texto  - Projeto de lei Nº 1374/2008 Deputada Estatual SULA DO CARMO )

Guimba de cigarro, um micro lixo perigosíssimo para os animais marinhos.
 Seja responsável, descarte sua guimba nos coletores de lixo!


http://jlumennarte.blogspot.com.br/p/reciclando-guimbas-de-cigarros.html

Tabagismo e Depressão


Fumantes com depressão

Os fumantes têm em geral mais depressão do que as pessoas que não fumam.
Os fumantes com depressão podem ter maior dificuldade para deixar de fumar pois tendem a ter:
  • maior grau de dependência da nicotina (faça o teste de Fagerstöm para verificar o seu grau de dependência) ;
  • mais sintomas de abstinência quando param de fumar: mais insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, inquietação, tontura, fissura etc.
  • piora da depressão ou início de novo episódio de depressão quando deixam o cigarro (a nicotina parece exercer algum efeito antidepressivo nos indivíduos com depressão).
Quanto mais sintomas de depressão o indivíduo tiver no momento, maior dificuldade ele vai apresentar para parar de fumar.

O que fazer ?
  • Apesar destas dificuldades, se você estiver vivendo esta situação, não desista de sua intenção de parar de fumar.
  • Procure um psiquiatra para orientá-lo quanto ao tratamento mais adequado:
  • ele poderá identificar e abordar outros transtornos e sintomas psiquiátricos que necessitem de tratamento além da depressão (transtornos ansiosos, dependências químicas etc.);
  • freqüentemente, é necessário tratar primeiramente a depressão (se os sintomas estiverem intensos) para depois tratar o tabagismo;
  • se a sua depressão for moderada a grave, o tratamento de eleição é inicialmente medicamentoso (antidepressivos);
  • se a sua depressão for leve ou houver indicação, o psiquiatra pode encaminhar você para a psicoterapia;
  • A psicoterapia pode auxiliar você a entender a relação que você estabeleceu ao longo de anos com o cigarro. Este pode exercer uma função psicológica na sua vida, como uma muleta para lidar com situações de angústia e frustração, como extensão dos momentos de prazer e como companheiro para aplacar a solidão. O psicoterapeuta pode ajudar você a desenvolver recursos internos para lidar com a falta do cigarro e adquirir uma nova identidade, agora de “ex-fumante”. 
  •  http://www.tabagismo.hu.usp.br/fumantescomdepressao.htm

domingo, 31 de julho de 2011

Programa Antitabagismo no DF



Programa Antitabagismo Abre Inscrições Para Quem Quer Deixar o Vício 



As inscrições para participar do programa antitabagismo começam nesta sexta-feira (22/7), a partir das 8h, e seguem até o dia 2 de agosto, data de início das atividades no Centro de Saúde nº11. Com esse, são 61 programas de Centros de Referência no DF. Fazem parte da equipe de acompanhamento dois médicos, uma assistente social e uma enfermeira. Estudo da Secretaria de Saúde do DF indica que existem 310 mil fumantes em Brasília. Isso representa 12,8% da população.
As pessoas serão chamadas de acordo com a data das inscrições. O atendimento será realizado em grupo e deverá comportar cerca de até 20 pessoas, mas não há limite de inscrições. A dinâmica das quatro primeiras sessões funciona a partir de perguntas e respostas, onde os participantes têm abertura para discutir sobre a questão do tabagismo. “O coordenador do grupo começa com as seguintes perguntas: porque a pessoa fuma? Quanto fuma? Por que quer parar de fumar? E qual a relação da pessoa com o cigarro?”, contou.
Depois começa a sessão de manutenção, que serve tanto para dar continuidade como para resgatar alguém que ainda não conseguiu parar. Essas sessões ocorrem a cada 15 dias até completar dois meses e depois, uma vez por mês, até chegar a um ano de programa. “A gente recomenda que quem quiser pode trazer alguém da família, para entender que é preciso dar apoio e não cobrar”, incentivou o coordenador.
Segundo estudo feito pela secretaria, 21 doenças são passíveis de acontecer com maior frequência entre fumantes. De acordo com coordenador do Programa de Controle do Tabagismo no DF, dr. Celso Antonio Rodrigues da Silva, o governo do Distrito Federal gasta R$ 18 mil por mês apenas com assistência médica. “Esse é um dado alarmante e deve servir como alavanca para o investimento em prevenção. De todas as drogas que existem a mais difícil de largar é a nicotina”, afirmou.
Para o coordenador, a substância presente no cigarro não deveria ser considerada lícita “O que o fumante compra não é o cigarro é a nicotina”, afirmou. E isso tem sido uma grande fonte de doenças para o Brasil, o que vem representar um custo muito grande. “O que o país ganha com a venda de cigarros é um terço do que ele terá de gastar com as doenças decorrentes disso”, ressaltou.
Para mais informações, basta ligar nos telefones do Centro de saúde: 3274-8112 ou 3447-5881.
Ana Lúcia Rezende
Comissão Permanente de Readaptação Profissional
Publicação: 21/07/2011 22:13 Atualização: 21/07/2011 22:16

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fumo Passivo Atinge 94.6% da População Mundial, diz OMS


Amigos,
Estamos quebrando a regra deste espaço quanto a ser apenas de imagens. Daqui por diante piblicaremos também textos importantes como o que segue abeixo.
Saudações fraternas!
Alexandre Pimentel
Fumo passivo atinge 94,6% da população mundial, diz OMS
Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado nestaquarta-feira (9), afirma que 94,6% da população mundial ainda não estáprotegida por leis contra os males causados pelo fumo passivo.

No segundo grande relatório organizado pela instituição a respeito do quechama de "epidemia do fumo", a OMS diz que 5,4% da população do mundo estavaprotegida por leis antifumo abrangentes em 2008, um aumento de 3,1% emrelação a 2007.

Este número significa que 154 milhões de pessoas não estão mais expostas aosdanos causados pelo tabagismo em locais de trabalho, restaurantes, bares eoutros ambientes públicos fechados."

Apesar de significar um progresso, o fato de que mais de 94% das pessoasainda não estão protegidas por leis antifumo abrangentes mostra que épreciso trabalhar mais", disse Ala Alwan, diretor-assistente para DoençasNão Transmissíveis e Saúde Mental da OMS.O documento diz que sete países (Colômbia, Djibuti, Guatemala, Maurício,Panamá, Turquia e Zâmbia) implementaram leis antifumo em 2008, elevandonaquele ano o total de países com estas leis para 17.

*Mortes - *O relatório, divulgado em Istambul, na Turquia, se concentra naConvenção para Controle do Fumo, principalmente o artigo 8, que cuida daproteção contra a fumaça de cigarro. A convenção foi elaborada em 2005 eratificada por 170 países.

O texto descreve os esforços de alguns países para implementar medidasdeterminadas por esta convenção.Segundo o documento, o fumo passivo "causa cerca de 600 mil mortesprematuras por ano, incontáveis doenças e perdas econômicas da ordem dedezenas de bilhões de dólares ao ano".

"Não há um nível seguro de exposição ao fumo passivo. Então, é necessáriauma ação dos governos para proteger as pessoas", afirmou Alwan.*Brasil* - O relatório da OMS cita o Brasil como exemplo de país ondeautoridades municipais ou estaduais estão implantando políticas contra ofumo passivo.

"Das cem maiores cidades do mundo, 22 são completamente livres do tabaco- emais três (Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador) aprovaram leis abrangentesde ambientes livres do fumo desde que os dados para este relatório foramcoletados", afirma o documento.

"Em 2005, todos os Estados e mais de dois terços dos municípios tinham treinado funcionários para implementar atividades de controle do fumo, e um terço dos municípios, incluindo todas as grandes cidades do Brasil, adotaramprogramas específicos de controle do fumo", diz o documento da OMS.

De acordo com o relatório da OMS, o fumo continua em primeiro lugar entre ascausas de morte que podem ser evitadas, com um total de cinco milhões deóbitos por ano.A organização estima que, a não ser que sejam tomadas providências urgentes,esse número poderá chegar a 8 milhões por ano até 2030 - e a maior parte dasmortes ocorreria nos países mais pobres.

*(Fonte: G1)*

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009